Uma operação que envolve vários órgãos ambientais na famosa praia da Pipa, localizada no município de Tibau do Sul, distante 85 quilômetros de Natal, desocupa vários barraqueiros desde a manhã desta segunda-feira (30). De acordo com os fiscais, construções foram feitas de forma irregular sobre falésias, que são áreas preservadas por lei.
Pelo menos oito barracas devem ser retiradas de Pipa e de praias vizinhas até o final desta terça-feira (31). De acordo com o comandante da Companhia Independente de Proteção Ambiental (Cipam) da Polícia Militar, capitão Franklin Ramalho, além de perderem as edificações irregulares, os envolvidos também poderão responder pela retirada de vegetação nativa e de minerais do solo.
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Áreas de falésias são preservadas por lei (Foto: Divulgação/ Cipam)
Os barraqueiros já tinham sido notificados a deixarem o local, ainda de acordo com o capitão Ramalho. Ele afirma que os locais são usados por essas pessoas para venderem bebidas e petiscos aos turistas e demais frequentadores das praias.
As barracas que são alvo da operação não são as únicas da região, porém algumas mais antigas não podem ser tiradas agora, por discutirem a situação na Justiça.
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Vários órgãos de proteção ambiental participam da ação conjunta (Foto: Divulgação/ Cipam)
Os barraqueiros já tinham sido notificados a deixarem o local, ainda de acordo com o capitão Ramalho. Ele afirma que os locais são usados por essas pessoas para venderem bebidas e petiscos aos turistas e demais frequentadores das praias.
As barracas que são alvo da operação não são as únicas da região, porém algumas mais antigas não podem ser tiradas agora, por discutirem a situação na Justiça.
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Barracos levam em média duas horas para serem desmontados (Foto: Divulgação/ Cipam)
Fonte: G1
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