Pizzolato fugiu do Brasil em setembro do ano passado, antes do fim do julgamento do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), e foi preso em fevereiro, em Maranello, na Itália. Em junho, a corte iniciou o julgamento, mas em seguida suspendeu a sessão para solicitar esclarecimentos do governo brasileiro sobre as condições dos presídios nacionais.
Em resposta aos questionamentos do governo italiano, a Procuradoria-Geral da República e o Supremo informaram que têm condições de garantir a integridade de Pizzolato, que deverá ficar preso no Presídio da Papuda, no Distrito Federal, caso seja extraditado. No local, estão presos outros condenados no processo.
O pedido de extradição foi feito pela PGR e entregue ao governo italiano pelo Ministério das Relações Exteriores, em fevereiro. No entendimento da procuradoria, mesmo tendo cidadania italiana, Pizzolato pode ser extraditado para o Brasil. Caso a decisão a seja contrária, a PGR defende que a pena seja cumprida na Itália.
Fonte: Uol
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