Até uma cópia do fantasma de 1950, levado por uma equipe de TV para o aeroporto, saiu de mãos abanando. Com um lençol cobrindo o corpo, o personagem serviu de consolo para os poucos uruguaios que tentaram a sorte para ver Cavani, Forlán e Suárez.
"Eles não vão passar aqui? Sério? Não sabia, chegamos ao Brasil na noite passada e não vimos o noticiário, nada. Viemos para cá direto", contou Ramón Patron, de 56 anos.
Ao lado dele mais três uruguaios, que deixaram Maldonado, no interior da banda oriental. E que seguirão a celeste por toda a fase de grupos. Mais uma possível oitavas de final e também quartas.
"Eu comprei ingresso para todos os jogos da primeira fase. Meu filho conseguiu comprar para as oitavas e quarta, prevendo um avanço. No máximo fico no país para curtir a Copa", disse.
Com uma corneta, ele foi o maior sinal da chegada do Uruguai no aeroporto de Confins. A delegação, contudo, deixou Montevideú com apoio da torcida.
Da pista do aeroporto internacional o ônibus da celeste segue direto para a cidade de Sete Lagoas, que servirá de QG durante o Mundial. Nesta terça-feira Óscar Tabarez comanda um treinamento aberto ao público, na Arena do Jacaré.
Reprodução cidade News Itaú via Uol
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