O G1 entrou em contato com a Planalto, que é especializada na fabricação de equipamentos para coleta e transporte de resíduos, e um funcionário confirmou que a aeronave pertence à indústria. No entanto, os outros sócios não foram encontrados para comentar o assunto, pois seguiram para Aruanã.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foi acionado para investigar as causas do acidente. O G1 tentou contato com a assessoria de imprensa do órgão, mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta reportagem. Já a Anac informou que aguarda os relatórios do Cenipa para se pronunciar oficialmente sobre o acidente.
Em nota, a Fênix Manutenção e Recuperação de Aeronaves Ltda, responsável pelas inspeções da aeronave, informou que as manutenções no helicóptero eram feitas “regularmente” e “de acordo com as exigências contidas no manual do fabricante e na legislação vigente”. A Fênix ressaltou, ainda, que colabora com o Cenipa no fornecimento de informações.
O acidente também será apurado pela Polícia Civil. “Estamos investigando as mortes, que são a esclarecer, tendo em vista que precisamos saber as circunstâncias em que o helicóptero caiu. Vamos aguardar os laudos do Cenipa e da Polícia Técnico-Científica”, informou a delegada Bruna Coelho.
O corpo de Fernandão foi liberado do Instituto Médico Legal (IML) da cidade de Goiás por volta das 14h30. O velório será realizado no Ginásio da Serrinha, sede do Goiás Esporte Clube, no Setor Bela Vista, em Goiânia, a partir das 20h, mas só será aberto ao público às 22h.
Reprodução Cidade News Itaú via G1
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