Criado em 2011, o Instituto oferta um total de 195 vagas nos cursos de Química do Petróleo e no bacharelado e na licenciatura em Química, além da graduação a distância na mesma área do conhecimento. De acordo com o diretor da unidade, Otom Anselmo de Oliveira, o Instituto conta hoje com 51 professores, com expectativa de contratar mais três docentes, e são ministrados cursos para 17 graduações da UFRN, entre elas Farmácia, Engenharia Química, Biomedicina e Engenharia Elétrica.
Na pós-graduação, o Instituto recebe mais de 150 alunos em cursos de mestrado e de doutorado, mantendo parceria com os programas de Ciências e Engenharia de Materiais, Ciências e Engenharia do Petróleo e o Mestrado Profissionalizante de Ciências e Matemática.
As atividades de extensão e pesquisa são desenvolvidas, principalmente, nos seus laboratórios, como o de Análise de Combustíveis que, desde 1999, em parceria com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realiza o monitoramento dos combustíveis de todo o Rio Grande do Norte.
Para o diretor do Instituto, outro convênio que vem dando certo, desde o ano de 2000, é com a Petrobras, já que a empresa “construiu o Laboratório de Estudos do Petróleo, na UFRN, e hoje temos um dos mais avançados do país”.
“Por possuir uma moderna estrutura física, o Instituto trabalha em cooperação com professores de diversas unidades da UFRN, tendo reunido equipamentos adquiridos com recursos institucionais”, esclarece.
A respeito das cooperações internacionais, são desenvolvidas pesquisas nos campos da eletroquímica, química analítica, química do petróleo e produtos naturais. De acordo com Otom Anselmo, cerca de dez alunos participam de intercâmbio, programas de mobilidade internacional, em Portugal, Holanda, Alemanha e França.
Presente e Futuro
Na opinião do professor, o principal impacto do Instituto no estado é na formação de professores para a rede estadual de ensino, na área de Química, e na formação de profissionais para a indústria local, nacional e mundial, além dos trabalhos de extensão desenvolvidos junto às empresas, como a análise das águas produzidas nos poços da Petrobras.
Para o futuro do Instituto, Otom planeja a participação da unidade na rede nacional de mestrado profissionalizante para professores de Química (PROFQUI), a qual integra 14 universidades brasileiras, e o projeto pedagógico para o bacharelado em Química Ambiental. “O primeiro já foi aprovado pelo Instituto e para o segundo esperamos contar com o apoio da Universidade, pois demanda mais recurso financeiro e a contratação de mais professores”, explica.
Reprodução Cidade News Itaú via Portal JH
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